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Ricardo Ferreira Batista

Data de nascimento: 09/01/1954

DRT-MG: 171 (Ator, diretor, cenógrafo, iluminador e figurinista)

Telefones: 31 99157-2999 / 3055-3362

 

Formado em Comunicação Social, especialização Jornalismo, pela faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Belo Horizonte, FAFI-BH, em 1976.

1974/87 – Trabalhou com fotografia e vídeo para jornalismo e publicidade, principalmente na confecção de Audiovisuais para órgãos públicos e grandes empresas. Copasa, Prodenge, Mendes Júnior, Andrade Gutierrez, etc.
1978/82 – Professor do curso de Comunicação da FAFI-BH para as matérias de “Técnicas de Relações Públicas em Publicidade”, “Técnicas Audiovisuais”, “Prática de Cinema” e “Prática de Fotografia”.
1976/82 – Supervisor do TECOM, Centro de Tecnologia dos Meios de Comunicação, da FAFI-BH.
1969 – Iniciou sua carreira no Teatro como ator tendo participado de várias peças teatrais, vídeos culturais, comerciais para TV e cinema.
1983 – Iniciou sua carreira de Produtor Cultural, tendo produzido dezenas de peças de Teatro, Shows musicais, Vídeos institucionais, comerciais e culturais.
1993/95 – Diretor Tesoureiro da AMPARC, Associação Mineira dos Produtores de Artes Cênicas.
1999/2014 – Membro do conselho fiscal do SINPARC, Sindicato dos Produtores de Artes Cênicas de Minas Gerais.

 

AUDIOVISUAL

TV – PRODUÇÃO E DIREÇÃO: “Causos”, vídeo independente; “Os Mensageiros”, TV Minas Cultural e Educativa, projeto Vídeo Conto, especial de 60′; “Tibum – Homem pra Chuchu”, 76′, série independente; “Tibum – Assombração”, 56′, série independente; “Tibum – O Crone”, 54′, série independente; “O Primeiro Dia Útil do Próximo Ano”, especial para TV de 25′.

TV – ATOR: “Grande Sertão Veredas”, TV Globo, direção Walter Avancini; “Selva de Pedra”, TV Globo, direção de Walter Avancini e Denis Carvalho; “Chapadão do Bugre”, TV Bandeirantes, direção de Walter Avancini e Jardel Melo; “O Cometa” e “Colônia Cecília”, TV Bandeirantes, direção de Roberto Vignatti.

CINEMA – ATOR: “Ela e os Homens”, direção de Schubert Magalhães; “Jorge, um Brasileiro” e “O Vestido”, direção de Paulo Tiago.

 

TEATRO

DIRETOR E ILUMINADOR: “Decameron”, 1983/84; “Gruda Cisne”, 1984; “Lá”, 1984; “A Onça e o Bode”, 1984; “Se Cabral Soubesse Que Ia Dar Nisso”, 1985; “No Cais do Corpo”, 1987/94; “A Garota do Gângster”, 1988; “Tupi Or Not Tupi”, 1989; “O Marido da Minha Mulher”, 1990/94 (indicado ao Prêmio Cauê 1990 nas categorias Melhor Diretor e Iluminador) e 2002/04; “Gilda”, 1991; “Casanova”, 1993; “Lá, a Vida é Uma Comédia”, 1993/94; “Brincando na Terra dos Gigantes”, 1993/94; “Coisa de Doido”, 1995/06; “Defunto Bom é Defunto Morto”, 1999/2012; “Dou-lhe uma… Dou-lhe duas… Dou-lhe três! / Vendem-se Homens”, 2004/06 ou “Como Fazer Uma Mulher Feliz Com Apenas Cinco Reais”, 2012/2016; “Pipoca & Batatinha em: Quando um não quer, dois não brigam!”, 2006/16; “A Tocaia”, 2008/11; “Escola de Mulheres”, 2008/10; “Vigaristas”, 2009/12; “Pipoca & Batatinha em: Tá nervoso? Vai pescar!”, 2011/16; “Lisbela e o Prisioneiro”, 2013/16; “Apenas um sanguessuga”, 2016 (Iluminadora Marina Arthuzzi).

PRODUTOR: “Decameron”, de Luciano Luppi, 1983/84; “Lá”, de Sérigio Jockman, 1984; “Gruda Cisne”, de Batrtolomeu Campos Queirós, 1984; “Se Cabral Soubesse que ia dar Nisso”, de Luiz Paixão, 1985; “No Cais do Corpo”, de Walmir José, 1987/94; “A Garota do Gângster”, de Cláudia Dala Verde, 1988; “Tupi Or Not Tupi”, de Walmir José, 1989; “Um Casal Aberto”, de Dario Fó e Franca Rame, 1989/94; “Chico Ruim e Zé Cruel”, de Ricardo Batista e Renato Tameirão, 1991/93/97; “Casanova”, de Sérgio Abritta, 1993; “Brincando na Terra dos Gigantes”, de Ricardo Nortier, 1993/94; “Coisa de Doido”, de Rui Coutinho, 1995/09; “Defunto Bom é Defunto Morto”, de Ricardo Batista e Jair Raso, 1999/2012; “O Marido da Minha Mulher”, de Sérgio Abritta, 2002/04; “Dou-lhe uma… Dou-lhe duas… Dou-lhe três! / Vendem-se Homens”, de Ricardo Batista, 2004/06 ou “Como Fazer Uma Mulher Feliz Com Apenas Cinco Reais”, 2012/16; “Pipoca & Batatinha em: Quando um não quer, dois não brigam!”, de Ricardo Batista e Fernanda Botelho, 2006/16; “A Tocaia”, de Ricardo Batista, 2008/11; “Vigaristas”, de Sérgio Abritta, 2009/11; “Pipoca & Batatinha em: Tá nervoso? Vai pescar!”, de Ricardo Batista, 2011/16; “Lisbela e o Prisioneiro”, 2013/16; “Apenas um sanguessuga”, 2016.

ATOR: “Os Saltimbancos”, 1979, texto Chico Buarque de Holanda, dir. Walmir José; “Qualquer Semelhança Não é Mera Coincidência”, 1981, texto Carlos Aberto Raton, dir. Luciano Luppi; “Galileu Galilei”, 1982, texto Bertold Brecht, dir. Pedro Paulo Cava; “Calabar”, 1983, texto Chico Buarque de Holanda, dir. Walmir José; “Boca de Ouro”, 1983, texto Nelson Rodrigues, dir. Walmir José; “Diretas Onde Já Civil”, 1984, texto Luiz Paixão, dir. Luiz Mendonça; “A Metamorfose”, 1985, texto Franz Kafka, adaptação e direção Carlos Rocha; “Balada Para Matraga”, Opereta, 1985, texto e partitura Rufo Herrera, regência Afrânio Lacerda, dir. Elvécio Guimarães; “Os Irmãos Piriá”, 1985, texto Marcos Santana, dir. Eduardo Rodrigues; “Bessame Mucho”, 1986, texto Mário Prata, dir. Wilson de Oliveira; “Senhor Puntila e Seu Criado Matti”, 1986, texto Bertolt Brecht, dir. Pedro Paulo Cava; “No Cais do Corpo”, 1987/94, texto Walmir José, dir. Ricardo Batista; “A Garota do Gângster”, 1988, texto Cláudia Dala Verde, dir. Ricardo Batista; “Um Casal Aberto”, 1989/94, texto Dario Fó e Franca Rame, dir. Roberto Vignatti; “Chico Ruim e Zé Cruel”, 1991/93/97, texto Ricardo Batista e Renato Tameirão, dir. Jota D’Angelo; “Casanova”, 1993, texto Sérgio Abritta, dir. Ricardo Batista; “Coisa de Doido”, 1995/09, texto Rui Coutinho, dir. Ricardo Batista; “Defunto Bom é Defunto Morto”; 1999/2012, texto e direção Ricardo Batista e Jair Raso; “Dou-lhe uma… Dou-lhe duas… Dou-lhe três! / Vendem-se Homens”, 2004/06 ou “Como Fazer Uma Mulher Feliz Com Apenas Cinco Reais”, 2012/2016, texto e direção Ricardo Batista; “A Tocaia”, 2008/11, texto e direção Ricardo Batista; “Vigaristas”, 2009/12, texto Sérgio Abritta, dir. Ricardo Batista; “Apenas um sanguessuga”, 2016, texto e direção Ricardo Batista.

CENÓGRAFO: “Decameron”, 1983; “Tupi Or Not Tupi”, 1989; “Chico Ruim e Zé Cruel”, 1991; “Brincando na Terra dos Gigantes”, 1993; “O Marido da Minha Mulher”, 2002; “Coisa de Doido”, 1995; “Dou-lhe uma… Dou-lhe duas… Dou-lhe três! / Vendem-se Homens”, 2004 ou “Como Fazer Uma Mulher Feliz Com Apenas Cinco Reais”, 2012/2013; “Pipoca & Batatinha em: Quando um não quer, dois não brigam!”, 2006; “A Tocaia”, 2008; “Vigaristas”, 2009; “Pipoca & Batatinha em: Tá nervoso? Vai pescar!”, 2011; “Lisbela e o Prisioneiro”, 2013; “Apenas um sanguessuga”, 2016.

FIGURINISTA: “Decameron”, 1983; “O Marido da Minha Mulher”, 2002; “Coisa de Doido”, 1995; “Dou-lhe uma… Dou-lhe duas… Dou-lhe três! / Vendem-se Homens”, 2004 ou “Como Fazer Uma Mulher Feliz Com Apenas Cinco Reais”, 2012/2013; “Pipoca & Batatinha em: Quando um não quer, dois não brigam!”, 2006; “Vigaristas”, 2009.

AUTOR: “Chico Ruim e Zé Cruel”, 1991; “Defunto Bom é Defunto Morto”, 1999; “Dou-lhe uma… Dou-lhe duas… Dou-lhe três! / Vendem-se Homens”, 2004 ou “Como Fazer Uma Mulher Feliz Com Apenas Cinco Reais”, 2012; “Pipoca & Batatinha em: Quando um não quer, dois não brigam!”, 2006; “Escola de Mulheres”, adaptação do texto de Moliére, 2007; “A Tocaia”, 2008; “Pipoca & Batatinha em: Tá nervoso? Vai pescar!”, 2011; “Apenas um sanguessuga”, 2016.

 

PRÊMIOS

“O Marido da Minha Mulher” – Espetáculo indicado ao Prêmio Cauê 1990 nas categorias Diretor (Ricardo Batista), Iluminação (Ricardo Batista), Texto Teatral Estreante (Sérgio Abritta) e Atriz Coadjuvante (Emília Marcílio).

“Coisa de Doido” – Espetáculo vencedor do Prêmio AMPARC/Troféu Bonsucesso Financeira 1995 nas categorias Melhor Ator (Ricardo Batista) e Direção (Ricardo Nortier), além da indicação na categoria Melhor Espetáculo. Vencedor do I Prêmio SESC/MG – SATED/MG para Artes Cênicas nas categorias Texto Teatral Estreante (Rui Coutinho) e Iluminação (Ricardo Batista), além das indicações nas categorias Melhor Ator (Ricardo Batista) e Diretor (Ricardo Nortier).

“Um Casal Aberto” – Ricardo Batista indicado ao Prêmio Cauê/Sated de Melhor Ator em 1990.

“A Tocaia” – Espetáculo vencedor do 6º Prêmio Usiminas/Sinparc (2008) na categoria Melhor Ator (Ricardo Batista) e ainda indicado às categorias Melhor Espetáculo, Cenário (Ricardo Batista e Renato Parara) e Trilha Sonora (Leo Correia).

“Pipoca & Batatinha em: Quando um não quer, dois não brigam!” – Espetáculo indicado a 07 categorias no 5º Prêmio Usiminas/Sinparc: Melhor Espetáculo, Direção (Ricardo Batista), Texto Inédito (Ricardo Batista e Fernanda Botelho), Ator (Serge Weick), Atriz (Fernanda Botelho), Cenário (Ricardo Batista) e Iluminação (Ricardo Batista). Serge Weick indicado Melhor Comediante/Humorista no 13º Prêmio Sesc/Sated.

“Pipoca & Batatinha em: Tá nervoso? Vai pescar!” – Espetáculo vencedor do 9º Prêmio Usiminas/Sinparc de Teatro Infantil (2012) nas categorias Melhor Texto Inédito (Ricardo Batista) e Melhor Cenário (Ricardo Batista) e ainda indicado às categorias Melhor Ator (Serge Weick), Atriz (Fernanda Botelho) e Trilha Sonora (Leo Correia).

“Como Fazer Uma Mulher Feliz Com Apenas Cinco Reais” – Espetáculo indicado na categoria Melhor Trilha Sonora Original de Teatro Adulto no 10° Prêmio Usiminas/Sinparc.